quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Se me fosse dado um dia...

Foi uma quarta feira intensa. O dia começou bem, cuidando da cabecinha com Maria Teresa Lago. Depois , trabalho, almoço no Bar Luiz com Rosana, Quilma e o esperado reencontro com Betty Bally, todas do Assunção ( quem não tem boas lembranças de lá?).
Depois, trabalho e mais festejos. Elaine, amiga do peito, grande sobrevivente reuniu a galera dela em um bar no Flamengo, no Rio. Fui dar meu abraço, mas ando muito recatada e decidi ir cedo para casa. Pensar, sonhar, descansar e agradecer pelo dia.
Em homenagem a este dia 13, cheio de alegrias, canções e perspectivas, decidi deixar Mario Quintana aqui para todos saborearem cada frase. Foi um presente da querida Rosana, articuladora de inesquecíveis encontros.
O tempo
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira! Quando se vê, já é natal... Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
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5 comentários:

A vizinha Tetê disse...

Poema do amigo aprendiz
Quero ser o teu amigo. Nem demais e nem de menos.
Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças,
Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias...
Fernando Pessoa

Eliane disse...

Tetê,estou pasma diante de tão lindas palavras. Que es-pe-tá-cu-lo.
Eu amei.

a vizinha tetê disse...

Lili, posso dizer que é mesmo um espetáculo tudo que ele escreve. Sou fã de tudo que ele diz. Vai lá no fundo e diz de uma maneira tão simples, não ? Vou alimentar seu blog com muita coisa bonita vindo dele.

a vizinha Tetê disse...

...coisa bonita vinda dele, sorry !

betty bally disse...

Inesquecível Mario Quintena, com sua sensibilidade e simplicidade ao escrever o quotidiano do dia a dia, nos enche de alegria, com sua poesia.

Linguagem simples nada rebuscada, que todos compreendem, tocando o coração de cada um.

Valeu amiga. Um grande beijo e um até breve.