quarta-feira, 9 de julho de 2008

Viva o trabalho

Queridos amigos e amigas,
Esta semana estou especialmente feliz e realizada. A Hama está ultimando os preparativos para o lançamento do nosso livro em São Paulo, na próxima semana. E vou muito bem acompanhada.
Angela Christina, personagem do meu livro, irmã, comadre e amiga vai junto. Ela é uma pessoa assim: generosa, companheira e doce. Vamos voltar aos velhos tempos de andar em dupla. Ou em trio. Exatamente como na infânica. Hoje, ela me confidenciou que Maria Helena ficou animada e também quer ir conosco. Momento maravilhoso este. Ir para Sampa, rever primas e amigos queridíssimos e ainda lançar um livro.
Antes da noite de autógrafos, haverá um bate papo informal, onde vou revelar segredinhos desta trajetória e a superação diante do inesperado .
Mas a grande novidade meus queridos, é que estou de volta ao mercado.
Conto depois.
grande beijo

2 comentários:

isabelle disse...

Realmente o trabalho é importante para nós, nos põem em contato com várias pessoas as quais muitas vezes são especiais, como você. Eliane acredito que a maior riqueza da vida é a forma como a vivemos e não o quanto vivemos. Podemos fazer uma grande diferença em pouco tempo ou pouco em um longo tempo, mas você demonstra ser uma pessoa que está fazendo muito e que a senteça a fez renovar. Muitos não tem a oportunidade ou melhor a capacidade de perceber a importância da renovação, a qualquer que seja o momento, e você me surpreendeu com sua atitude de escrever o livro. O que hoje você chama de período de ócio na verdade foi talvez um dos momentos onde você mais trabalhou a sua mente, o seu espírito e buscou inspiração para escrever o livro. Parabéns você é realmente uma pessoa abençoada por Deus. Beijos, Isabelle

Eliane disse...

Querida leitora assídua, anjo da terra( para sempre) .
Eu sei, eu sei. Foi um período enriquecedor, e o único que dediquei a mim mesma. Nunca parei.
Adorei as tardes de descanso, olhar o sol sem pressa pela manhã, ir ao mercado de tarde. O trivial simples delicioso, que parece que ninguém mais quer.
Estive conservando hoje sobre isto aqui em casa.
Se as contas parassem de chegar, acho que eu ia me dedicar só a escrever. Quem sabe um dia...
bj, cheiros e saudade.
Eliane