domingo, 7 de março de 2010

Relaxe!


Domenica, Dimanche, Sunday, Sonntag, Domingooooo!
Tire uma soneca!

sábado, 6 de março de 2010

Um amor que soube esperar


Oi turma. Não sei se vocês são noveleiros, mas não há quem resista a dar uma espiadinha mesmo que vez em quando em uma trama na telinha.
Tenho acompanhado a novela do Maneco "Viver a Vida" por mil motivos. Não todo dia. Mas sempre que posso. Claro que também por causa dos depoimentos. Já estou achando que o meu é um conto de fadas perto de tudo que assisto. Aliás abro um parânteses aqui para pedir que vocês continem votando no meu- como melhor "depô." Está aí ao lado no Blog, mas vocês precisam entrar pelo portal da superação da Globo e procurar o dia 17 de outubro de 2009. Sei lá o que ganho, mas marquem estrelinhas, por favor, no site.
"Viver a Vida" tem me feito pensar na loucura dos relacionamentos entre duas pessoas hoje em dia. Nossa, cada envolvimento...cada caso...cada delírio. Cada cafajeste na novela...
Mas entre tantas loucuras e paixões, só um casal me chama atenção ali. O amor de um dos irmãos gêmeos,Miguel, por Luciana. Antes mesmo da mocinha passar pelo acidente e ficar na cadeira de rodas, o amor daquele homem já o confundia. Tinha namorada, tentava se concentrar na profissão, se esforçou ao máximo para se afastar (para não ferir o irmão que a amava), mas não conseguiu. Soube esperar.
Sentimentos são assim não é?! Inexplicáveis. Você se engraça, se encanta, se envolve, fica pertubado(a) sem explicação. E não sabe nem porque gosta do fulano e da fulana se tem gente muito melhor no pedaço.
O amor de Miguel por Luciana é como o amor de muitas pessoas por aí. De superação
Agora ele vai se consumar. Hoje. E a cena promete fazer com que a gente sonhe : com um amor concretizado.
Bom fim de semana, cheio de amores possíveis.
Ah e curtam aí ao lado no Blog, nas "Trilhas da Minha Vida", o tema de Miguel e Luciana: I LOOK TO YOU. Lindoooooooooooooo.
beijos doces para todos.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Pense no privilégio da situações que você viveu


"Fica, oh, brisa fica, pois talvez quem sabe, o inesperado faça uma surpresa..." ( Eu e a brisa, Johnny Alf)

Viver uma situação limite e nunca se desesperar é uma qualidade que poucas pessoas possuem. É tão humano deixar a peteca cair, ficar sem rumo, se perder um pouco. Mas tem gente que consegue segurar os reveses da vida de uma forma muito serena. Surpreendentemente.
Tudo indica que o músico Johnny Alf viveu e morreu assim: sereno. Pelo menos foi o que declarou hoje aos jornais o empresário dele. Johnny Alf, um dos padrinhos da Bossa Nova, morreu aos 80 anos, de câncer de próstata. Viveu 10 anos em tratamento. Nunca foi reconhecido como merecia ser e aceitou com dignidade tudo que a vida lhe proporcionou.
Mas por mais que a gente se esforce, nem todo mundo consegue encarar a vida assim. Ainda mais as perdas. De uma forma tranquila. Falo não só de perdas pela morte, mas das perdas que sofremos em vida. Das separações, decepções, das perdas da saúde, de desencontros definitivos.
No começo desta semana um dos amigos de meus pais se despediu também daqui. Seu Maurício, marido da querida Angelina, que participou de bons momentos da minha história. Um capítulo que se encerra? Ah não. Não dá para encarar assim. Constatei isto ao receber um texto lindo da filha dele, a amiga Iamna, seguidora deste Blog.
"O que a gente teve não perde. As lembranças estão dentro da nossa memória. Quando uma tragédia assim acontece, o que se perde é o prosseguimento, é o futuro...Não se perde alguém que existiu, o que se perde é uma expectativa. Isto não é um consolo, mas pode ajudar a retomar a vida...". É do psicanalista Luiz Alberto Py, que nos lembra também que devemos pensar não no que se perdeu. Mas no que tivemos o privilégio de viver."
Sei que isto não ameniza nossas saudades. Mas pode nos acalmar um pouco.
Mas o que pode nos acalmar ainda mais é a música. Ela mais que tudo nos faz relembrar os privilégios que tivemos nesta vida. E que ainda teremos. De conviver, de trocar e de abraçar uns aos outros. Enquanto é tempo.
Ah e um aviso para aqueles que acham -que pelo texto -eu vou bem eu vou mal eu estou triste...
Nada dixxxxo como diz Joaninha. Estou firme. Pelo menos, tento Ksksksksk.
Cercada sempre pelo carinho de vocês. Um privilégio.
Deixo aqui minha sugestão. Os links do documentário sobre Johnny Alf. Não percam.

http://www.youtube.com/watch?v=hKc70zyVxbk&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=zZiaa8IGSg4&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=TT7g06w_jMw&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=TT7g06w_jMw&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=TMHn5MQPv1E&feature=related

quinta-feira, 4 de março de 2010

Salve se quem puder!


Não dá para entender. Decididamente está todo mundo louco. E há muito tempo. Não sei se entro nesta onda ou continuo tentando fazer o tipo políticamente correto. Bem nem sempre tão correto. Tenho vontade às vêzes de conversar sobre os temas cotidianos com vocês, e aceito sempre as boas sugestões. Mas sinceramente? Tem dias que é bem melhor surtar um pouco, extrapolar nos sentimentos, trocar figurinhas espirituais e carnais do que entender a realidade. E no meu caso, especificamente, aprendi um pouco a fugir da realidade para sobreviver. Mentalmente. Me concedi este direito.
Mas a foto do G1, site de notícias das Organizações Marinho, me chamou a atenção. Tem tempo que procuro uma cidade para hibernar. Tinha escolhido São José dos Ausentes no Sul. Estou louca para conhecer e me reunir com seis ou sete famílias que moram lá, e ficam à beira da lareira depois do jantar conversando. Mas depois que vi que existe a cidade Peor es Nada... Adoro estas cidades, suas lendas e nomes curiosos. A cidade chilena, que escapou do terremoto, tem história que envolve partilha de bens entre sete irmãos. Um deles, ou melhor, uma delas, dona Eulália, ficou com a pior parte. Revoltada, a filha agraciada batizou a terra no grito. Ah é?! Melhor isto do que nada. Pior mesmo seria ficar sem herança. Isto foi lá pelos anos de 1800. Dona Eulália, onde estiver, deve estar feliz que sua terrinha não é tão ruim assim. Escapou da tragédia!
Quem não vai escapar mesmo, eu espero, é o esperto papai, controlador de voo de um dos mais mais importantes e movimentados aeroportos do mundo, o JFK, em Nova Iorque. Eu, pessoalmente, acho um porre levar filho para o trabalho. Só mesmo em caso excepcional. Agora permitir que ele se distraia brincando de aviõeszinhos na torre de controle?! Deve ser por um desses motivos que o piloto Chesley Sullenberger, que salvou seus passageiros no Rio Hudson e virou herói, resolveu tirar seu time de campo. Deve ter falado: está na hora!
E por falar em tirar o time de campo, tem político que já está com medo que a serra, agora com requintes mineiros, passe o rodo geral nas damas e cavalheiros de ferro desta Nação.
Eu sigo em frente, adelante, dando graças por não ter embarcado em canoa furada. Tem 1.987 passageiros e 765 tripulantes a bordo do navio “Vision of the seas” retidos em Buzios. Surto. E todos impedidos de desembarcar.
Nestas horas lembro da frase do vovô Jorge que passou para mamãe , que alugava meus ouvidos quando eu saia de casa.
"Boa romaria faz quem na sua casa fica em paz."
Como sempre deletei este provérbio. Lá vou ao vento, rumo a um encontro energizante hoje.
Bye bye.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Meninos, eu vi. E vivi!


Não sou espírita. Mas conheço bem a doutrina. Aprendi observando minha tia Hilda, primas amadas, a vida e algumas amigas minhas das mais queridas. Sou uma privilegiada. Sempre canto esta bola. Porque sou cercada por várias demonstrações de fé. Como jornalista tive a oportunidade de conviver com pessoas que me ensinaram muito neste campo. E que me intrigaram. Chico Xavier foi uma destas pessoas. Eu passei uma semana ao lado do médium em 1983. Fui enviada porque a repórter da Manchete em Belo Horizonte não conseguia chegar perto dele. Fui colaborar. Ao lado do experiente cinegrafista Amauri Paulino, segui para Uberaba, Minas Gerais. Não fiz uma reportagem. Fiz um programa inteiro. Amauri foi fundamental para conseguirmos este feito. Passamos alguns dias no Triângulo Mineiro ao lado dele e do filho Eurípedes. Em casa, na fila da distribuição de pães com os pobres, conversando com seus seguidores, observando a cidade e algumas noites no Centro Espírita. Foi muito, mas muito interessante presenciar tudo que vi.
Um dos meus maiores lamentos na vida é que foi um dos únicos videos que não consegui salvar na minha emissora depois que ela fechou. Ainda procuro alguém que tenha gravado. As fotos? Nem me perguntem. Fico arrasada em pensar que não sei onde estão...Preciso ligar para Amauri. Mas cinegrafistas não guardam nada!
Vai ver que era para ser assim. Alguns fatos e momentos devem ser guardados só na alma e no coração. Não são para ser divididos. Assim foi a reportagem com Chico, a nossa conversa. Ao pé do ouvido. Só nossa. E as mãos entrelaçadas, aquele gesto que guardo na lembrança e que ainda sinto.
Este ano se comemora o centenário de Chico, que uns chamam de mito. E oito anos depois de sua morte, leio sobre o filme que vem aí e estréia no dia 2 de abril. Os atores Angelo Antonio e Nelson Xavier interpretarão Chico em duas fases. O filme é baseado no livro de Marcel Souto Maior. Certamente será um sucesso.
Mas sucesso mesmo foi ter a honra de ter feito esta reportagem. De ter convivido, mesmo que só um pouquinho, com um homem de fé!
Bom dia amigos de todo Brasil e do mundo. Com uma fé inabalável, enfrento esta quarta-feira de cabeça erguida. Levo comigo uma das frases de Chico que mais aprecio em sua obra.
"Não há problema que não possa ser solucionado pela paciência."

terça-feira, 2 de março de 2010

Para que servem os olhos e os ouvidos?


Oi turma. Esta coisa de bisbilhotar a vida dos outros está se tornando um caso de polícia. Bem, não vamos exagerar. Afinal, bisbilhotar é hábito milenar. Não é de hoje mesmo que a humanidade adora procurar, vasculhar e buscar informações sobre pessoas e assuntos que nada tem a ver com sua própria vida. Dizem que faz parte da natureza humana bisbilhotar. Mas é preciso cuidado quando a gente fica de olho na vida dos outros. Pode se tornar um vício. Ser curioso é uma coisa, bisbilhotar é outra. O que leva alguém a se interessar pela vida do outro? Ah, tanta coisa né?! Uma delas é saber o modo vida, se a pessoa é feliz, os mistérios que envolvem a pessoa...
Só que bisbilhotar está virando profissão. Outro dia recebi um convite para um curso sobre fofoca. Bem, lá estou eu exagerando. Não foi bem assim. O curso não é sobre bisbilhotice, é sobre colunismo, a arte de escrever bem sobre a vida dos outros . Ahahah. Estou rindo mas este gênero está em alta há tempos no jornalismo. Mandei logo o anúncio para uma queridinha, que voltou o email mexendo comigo. "Vou pagar tudo isto para aprender a fazer fofoca?" Achei graça. Mas esta arte tem técnica. De qualquer forma vamos separar o joio do trigo. Fazer colunismo e elaborar notícias para revistas especializadas sobre vida de artistas e tudo que gira em volta é coisa séria. Mas xeretar é complicado. Com esta história de Big Brother, "paparazzis" e internet, a situação saiu um pouco do controle. Há que se ter muita cautela com a bisbilhotice alheia.
Eu não sou nenhuma santa. Gosto de ouvir e saber o que rola por aí, mas sou seletiva nas fofocas. Últimamente meus interesses mudaram tanto que ando meia distante da fofocada. Acho que perdi o interesse. Por fatos e pessoas. Vocês acham que é grave?
Mas, para alegrar nossa terça...já leram as fofocas hoje? Bem o Plantão da Lili vai dar um giro nas últimas para vocês. Vamos lá:
"Jogador Ronaldo torce pelo BBB Marcelo Dourado." Comentário: há gosto para tudo!
"Angelica e Luciano Huck levam filhos para ver Charlie e Lola. ??? Quem são?????
"Preta Gil recebe Xuxa em casa ." Lili pergunta: e eu com isto?
"Tessália na capa da Playboy?" Lili curiosa: - Quem é esta pessoa?
"Dado Dolabello mostra foto do filho descoberto?" E daí?
"Filha de Ana Maria Braga se casa em São Paulo com um corretor de imóveis." Ana vai ver vovó.
"Mulher de Moacyr Franco diz que foi traída com moça nova." Aí turma, ela tem 36 e ele tem 73.
Bom é só. Fiquei meia triste que vou perder o cruzeiro de Zezé Di Camargo e Luciano: "É o amor." Mas meus amigos vão! Enfim, melhor assim. Este negócio de amor é uma chatice. Igual fofoca!
Bon jour mes amis. Hoje estou meia " blazé."

segunda-feira, 1 de março de 2010

Tudo que é bom custa caro!


Bom dia. Primeiro de março. Dia de aniversário da cidade do Rio de Janeiro, que completa 455 anos debaixo de chuva. Março, mês longo, de tantos compromi$$o$... A vida se torna cada vez mais sufucante com tantos papéis e impostos. Acordei pensando em dinheiro. Ou melhor na história da turma do sul que não levou aquela bolada da Mega Sena e nos sortudos que arremataram o prêmio de 70 milhões nesse finde. O que eu faria com 70 milhões hoje? Ou com parte dele? Com certeza ia ficar na cama. Não ia sair de casa.
Esta história que dinheiro não traz felicidade é história para boi dormir. Dinheiro traz alívio nas preocupações, solução para o dia a dia, e liberdade. Liberdade de escolha. Em tudo. Poder escolher é uma das melhores coisas da vida. O trabalho, onde morar, onde se cuidar e o mais legal de tudo: ajudar aqueles que sempre estiveram ao nosso lado. Sempre penso nisso quando estou rodeada de pessoas que precisam de mim e me cobrem de orações, carinho e dedicação. Vê-las felizes e seguras é uma de minhas metas. Ajudar a quem precisa. Resolver entraves de pessoas que só terão uma oportunidade de subir na vida se encontrarem uma mãozinha. Dinheiro para mim sempre foi solução. Pode ser até loucura falar assim diante do problemão que vivo. Mas a vida é cara, tudo é muito caro.
Nesta segunda me lembrei de uma história que ouvi a vida inteira e que me acompanha até hoje:
Um casal recém casado, apaixonado, recebe sua primeira conta de gás depois da lua mel.
-"Amor, chegou a conta?"
-"Sim, eu vou pagar hoje."
-"Ah tá bém. Pano rápido.
Segundo mês
-"Querido cadê a conta de gás?"
-"Será que este mês você pode pagar? "
-"Claroooooo," reponde a mulher apaixonada.
Terceiro mês:
-"Querido você não vai pagar a conta de gás?"
-"Este mês não. Estou duro."
Fim da paixão. ksksksksk. Não adianta falar que sou radical não. Dinheiro é algo que não devia ser colocado de lado . Esta história de um amor e uma cabana não dá certo nem mais em filme de Hollywood. Para você ser feliz, o bom é você ter o certo, tudo em dia e alguns planos extras.
Caso contrário a vida vira o que parece já está incorporado à nossa nova realidade: tremores, terremotos e tusunamis.
Mas como dinheiro não dá mesmo em árvores, lá vou eu cavar a terra. Touro nasceu para arrar a terra.
Boa semana amigos!

sábado, 27 de fevereiro de 2010

As palavras e o vento


Hoje é sábado. Dia de guardar um pouco as palavras. Aliás o dia do descanso sempre foi domingo. Mas hoje em dia a gente trabalha tanto, luta tanto, que também é bom guardar um pouco de silêncio no sábado. Economizar as palavras, esconder um pouco a emoção, se livrar do cansaço da semana e sair sem destino. Aproveitar a brisa, o ventinho quando o carro começa a andar. Colocar uma roupa confortável e -em silêncio- guardar as palavras. Todas elas. As de amor, de dor, de incertezas, de ansiedade, as palavras que enfeitam as melodias, as palavras de lembranças boas e ruins. Enfim, as palavras.
Um dia Victor Hugo, o escritor e poeta francês, disse "as palavras tem a leveza do vento e a força de uma tempestade."
Para mim elas são o começo e o fim. Tem a leveza do vento, a capacidade de transformar tudo, de tocar profundamente e como disse o poeta "a força de uma tempestade." Elas são a expressão de todos os sentimentos. Mas hoje vou deixá-las guardadas. Só hoje. Outras jogarei ao vento. Só hoje. Quero poder renová-las. Hoje medirei algumas palavras. Deixo todas elas com vocês. Quero só - e mais uma vez - deixar meu agradecimento pelas lindas postagens incentivadoras nessa semana que se foi.
Voilá! Acabei sem palavras. Vou renová-las!
Aproveitem! Muito!






sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Sexta de assuntos mil no Blog


Sexta -feira deliciosa, com temperatura amena, com gostinho de fim de semana. O Plantão da Lili foi apurar e viu que a Globo liberou Roberto, o Rei, para ir no Programa da Hebe, leu que a funcionária da lotérica do Sul admitiu que esqueceu de registrar o bolão dos pobres azaradinos -detesto esta palavra -, a Orca já tinha atacado e matado outra treinadora no Canadá - que irresponsabilidade! Mais ainda: isto se chama auto confiança em excesso.
E aquela mãe que perdeu o filho por casa da disputa entre dois médicos vaidosos? Disputa pelo plantão. Essa não. Sempre disse que há médicos e MÉDICOS . Conheço bem a direferença desde criança. Agora então...
E falando em autoconfiança em excesso, a gente perde qualquer parada quando pensa que ela está ganha. O jeito é viver na maior humildade, matando um leão por dia, observando, entendendo a vida e comemorando cada vitória sem expectativas.
Agora é preciso se inspirar na frase que recebi ontem:
" Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe onde ir." Boa né? Mas hoje deixo só mais uma pérola preciosa. Não resisti não resisti. Para as mulheres românticas, apaixonadas e ludibriadas.
É só um trechinho de um texto ótimo que a apresentadora americana Oprah Winfrey escreveu. Um dia, coloco ele todinho aqui. É uma verdadeira flecha para quem está adormecida e iludida.
"Se um homem quer você, nada pode mantê-lo longe; se ele não te quer, nada pode fazê-lo ficar.
Pare de dar desculpas (de arranjar justificativas) para um homem e seu comportamento.
Permita que sua intuição (ou espírito) te proteja das mágoas. Pare de tentar se modificar para uma relação que não tem que acontecer."
Depois dessa heim... mudar de rumo total!
Lá vou eu feliz tirar bolsinhas de gotas, agulhinhas curativas e viver a liberdadeeee de uma semana sem fios que me estrangulam.
Boa sexta!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

A poeira vai ter que baixar!


Bom dia blogueiros amigos, visitantes, olheiros sempre amados que estão por aqui.
Estou vivendo um redemoinho. Redemoinhos não são tornados, aquele fenômeno violento que devasta você, vira filme em Hollywood, e varre tudo que está pela frente. Shiii, agora fiquei em dúvida. Vivo um redemoinho de um lado e acho que um tornado desde 2007. Estou frita. Mas continuando...
Os redemoinhos são conhecidos como pés- de-vento. O redemoinho pode ser bem pequeno ou alcançar alguns centímetros ou metros de altura. Acho que estou no meio de um com metros de altura. E está levantando uma poeira... Dizem que eles se formam em dias claros sem nuvens, tranquilos e sob sol claro. O meu se formou em uma época assim. Em meio a uma vida tranquila e de sol. O meu se formou em um dia destes. É o momento propício para o redemoinho se formar: quando tudo está em paz. Estou tentando sair dele. Mas está difícil! Como diz a priminha Renata, a gente até consegue. Sai um pouco e acha que conseguiu. Ou salvo por alguém ou pela nossa própria determinação. Mas aí de repente, quando a gente pensa que está segura...lá vem a onda, ou melhor a poeira. Um sufoco. E a gente fica girando girando, pensando, pensando e fica sem forças para escapar de novo.
Não tem jeito. Não tem mesmo. O melhor é ficar girando e aguardando o momento que ele vai se dissipar. Ter fé que de uma hora para outra, ele se dissolve.
Já perceberam que não estou falando de doença, não é?Eu heim pessoal. Aqui não tem ninguém doente. Só em tratamento, tratamento. Estou falando é da vida. E outras "cositas más."

Ah para não ficar tão filosófica a postagem de hoje, vamos para uma novidade.
O Plantão da Lili está entrando no ar e informa as lapadas do dia.
-Mega-sena acumula novamente /70 milhões -Ôba, Lili vai lá apostar !
-Emoções positivas protegem o coração - Lili já sabia disto há muito tempo!
-Hebe volta dia 8 de março - Lili pressume que vai ser recorde de audência. Ainda mais se o Rei confirmar presença. Lili adora também o breguinha do Leonardo.
-Baleia mata treinadora no Seaworld, na California. Em 46 anos de existência do parque nunca havia acontecido um acidente. Lili fica triste por tudo e pelas criancinhas que assistiram. Mas informa que ama mesmo é o Magic Kigdom, na Flórida. E lembra que com animais, peixinhos e afins não se pode confiar totalmente. Nem Shiro!
-Lotérico do Sul acusa funcionária. Lili lamenta e se envergonha de patrão que não assume seus erros- em conjunto. Pobre funcionária.
-Senado aprova acordo que amplia para dez --hoje são cinco- visto para os Estados unidos. Lili adorou. Vai renovar já.
Bom agora vocês conhecem o plantão da Lili, que era exclusivo de uma só pessoa. Foi ela quem sugeriu que eu tornasse público. É um plantão diferente, onde Lili só dá manchetes que gosta ou a tocam. E com comentários próprios.
Querem ler sobre política e outros assuntos? Então comprem o jornal kskskskksks. Mas prometo que -como não sou radical como uns e outros - às vêzes posso falar de outras coisas. Prometo. Espero que tenham gostado.
Beijos mil. A previsão para o Rio de Janeiro é de chuva forte. Falaram que aconteceria de madrugada. E estou esperando, aqui no bairro charmoso, e nada! ...Ôba chegou...chove!



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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Faça o teste do amor!


Não adianta. Posso escrever sobre tudo, tudo mesmo, mas volto sempre ao lugar comum. Ao meu tema preferido: o amor. Pode ser cafona, está fora de moda( duvido), causar uma grande decepção, mas é inesgotável falar de amor. Outro dia me perguntaram quando eu vou escrever novas histórias de amor. "Atraídos pelo amor II." Eu ri e disse que em breve. E ouvi a seguinte frase: "você tem que escrever a minha história." É, ainda tenho muitas guardadas, muitas. E outras tantas renovadas.
Meu onco de ouro, Daniel Herchenhorn, quis saber qual será o tema do meu terceiro livro. Eu falei para ele. Ele gostou, ficou curioso, suspirou e me encheu de perguntas : "vai depois voltar para as crônicas?" Claro que sim. Sou uma cronista. Afirmo para vocês que meu terceiro livro é uma história de amor. Tão verdadeira quanto a dos dois primeiros livros. "Sentença" falou sobre o meu amor pela vida, "Atraídos" sobre os contos de todos nós. Bem, e o terceiro...por enquanto vamos deixar quietinho. Não consigo me livrar do amor. Alguém consegue?
Esta quarta será "punk" para mim. Deve ser por isso que eu acordei "viajando na maionese" e sonhando com histórias de amor. E também incentivada pela Tereza Lago, aquela que cuida da minha cabecinha que quer sempre mais. "Escreve, escreve. Sobre o seu amor", disse ela. O amor que sinto, o que divido, o que espero, o que realizo, o que me enche de mimos.
Estava pensando nisso quando vi o email do meu primo Helinho, que eu adoro. Ele me mandou lá do Canadá onde mora. Estou rolando de rir. E grata. Porque ele me fêz sair das nuvens e colocar de novo o pézinho no chão. O teste de amor que ele me mandou fazer é impressionante. Faça agora e descubra quem te ama de verdade.
1.Tranque seu cachorro e sua mulher ( ou seu marido) no porta-mala do carro.
2. Aguarde exatamente uma hora. Uma hora mesmo, senão o teste não dá certo.
3.Abra o porta-malas e veja quem estará feliz em te ver novamente.
....É impressionante! ksksksksksksksks
Pessoal, uma quarta-feira de vitórias e fé. Eu estou indo apreciar de camarote uma das mais lindas histórias de amor que tenho testemunhado. A paixão e devoção de um cisne por sua parceira, que juntos deslizam em um lago ao som de notas de amor.
Bom dia.





terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Eu não sou Sansão!


Porque os cabelos são tão importantes para o ser o humano? Se tem uma coisa que enlouquece homens e mulheres é quando eles perdem o cabelo. Conheço mulheres que tratam os fios de cabelo melhor do que tratam uma pessoa. Tenho amigas que tomam pílulas para fortalecer as madeixas desde cedo. São neuróticas com os cabelos. E os homens também. Estes então são engraçadíssimos quando começam a perder os primeiros fios. O pânico toma conta já na adolescência olhando o pai, o avô, tios para verificar o futuro visual dos cabelinhos. Nos últimos anos eles fizeram da máquina zero, moda permanente. Parecem um pouco apaziguados.
Tenho convivido com dezenas de pessoas lindas carequinhas. O último que conheci foi André, na semana passada. Vinte e poucos anos, surfista eu acho, gato mesmo e "totally bald." Os homens ficam uns fofos sem cabelos. Pobre das mulheres.
Os motivos para queda de cabelos são conhecidíssimos. Não vou enumerar.
Quando Cecil. B. DeMille adaptou para o cinema a história de Sansão e Dalila criou-se então uma lenda a mais em torno dos cabelos. Eles tem a força. Será? Acho que só a força da sedução. Será também?
Na história de Sansão se os cabelos dele fossem cortados, a força o abandonaria e ficaria fraco como uma criança. Sansão adormeceu no colo de Dalila, o grande amor, e uma noite ela, suavemente, cortou-lhe os caracóis dos cabelos. Sansão foi logo dominado pelo inimigo, exposto e humilhado. Mas em determinado momento, pediu a Deus que lhe devolvesse a força por instantes. Foi, então, que heroicamente, fez ruir os pilares, causando a destruição do templo e, a morte dos Filisteus, seus inimigos e de Dalila. E a dele também.
Adoro esta história. Mas fico feliz que a minha força não vem dos meus fios de cabelo.
Bom dia queridinhos. Que história é esta do grupo de Novo Hamburgo, no sul, que apostou, ganhou e não levou o prêmio de 52 milhões de reais da Mega Sena heim?! A lotérica simplesmente não repassou o talão para a Caixa Econômica. É para ficar careca de ódio! ksksksks

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Só é generoso quem tem a alma livre


"Cinquenta por cento da cura de uma doença está ligada ao carinho, ao amor, aos cuidados e ao apoio que uma pessoa recebe dos amigos, familiares e médicos." Foi mais ou menos isto que disse nesse domingo, no Fantástico, o jogador de volei Giba, em uma entrevista sobre a atriz Drica Moraes, e de como ela pode enfrentar emocionalmente a leucemia. Giba teve a doença quando era bebê e venceu.
Fico pensando na palavra apoio. Em "Sentença ou Renovação", meu primeiro livro, escrevo em uma das crônicas sobre um simples gesto que muda tudo na vida de alguém que lida com uma notícia inesperada, um diagnóstico surpreendente. Apoio é tudo mesmo. Pode vir através de uma risada, de dividir um côco na praia, de um email cheio de energia e com letras verdes de esperança, de um passeio sem pretensão( e sem falar em assuntos chatérrimos e doença) ou em um simples "alô."Mas descobri ao longo deste anos que nem todos são capazes de apoiar alguém. Jogamos expectativas em muitos que não conseguem nem sair do lugar, quanto mais apoiar ou abraçar alguém. Preferem se poupar, se defender de gestos e com isto negam solidariedade. Fingem que se preocupam mas no fundo não estão nem aí. Não conseguem lidar com nenhuma situação. Ainda mais, com aquelas limites. Esperar um gesto destas pessoas é a maior tolice. Em compensação, existe um exército -muitas vêzes desconhecido- que surge do nada e se mobiliza em segundos para lhe escorar. Um destes exércitos, de amigos, se mobiliza por Drica Moraes. Não sabem o que fazer. Correm de um lado, correm para o outro, mas se mobilizam de todas as formas. Com certeza estes gestos vão aumentar em muito a capacidade de lutar da atriz.
Apoiar é o mesmo que amparar, defender, encorajar, estimular, dar suporte ou como se diz em Portugal "colar" no outro. Não precisa estar fisicamente. Mas o outro precisa sentir aquela onda energética.
O apoio nem sempre vem dos parentes. Muitas vêzes vem é de estranhos. E de amigos. Amigos do dia a dia, de ocasião, de tribo, de laços de amor e de história. São abençoadas aqueles e aquelas pessoas que sabem se doar, enviar uma boa energia, uma oração, demonstrar em um simples gesto sua solidariedade e carinho. Quando a gente- às vêzes - cai, precisa mesmo é ver uma mão estendida ou um olhar encorajador. Como se ainda fóssemos crianças. Lembram? Uma ajudinha para prosseguir.
Abençoados os amigos de Drica que correm para coletar o maior número de doadores de sangue possível, abençoado o autor que já declarou que ela já está escalada para a próxima novela dele. Abençoado o Giba que venceu e não esqueceu e sempre que pode está pelo Inca e hospitais de todo o país levando seu sorriso vitorioso. Abençoados são os meus amigos e vocês todos que vem sempre por aqui postar e me sinalizar que estão presentes nesta luta árdua e silenciosa.
Hoje, dia 22 de fevereiro, vou precisar de coragem para sair de casa. Hibernei durante um bom tempo, mas é hora de ver a vida rolar. Não dá para ficar fora dela. Afinal, não escolhi viver?
Bom dia meu grupo de apoio. Sempre generoso, querido e divertido.
Boa segunda!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

A vida e suas voltas...


Quando me formei pensei que fosse fazer carreira em jornal. Lembro que tentei um estágio no JB, mas acabei indo para o jornal O Globo. Na época mandei simultâneamente um curriculum para a radio Tupi e não deu em nada. O resto da história vocês conhecem: fui parar na televisão.
De uns tempos pra cá venho pensando nestas voltas que a vida dá e naquele curriculum que enviei para Tupi no começo da minha carreira. Não era hora para o rádio entrar na minha vida.
Ele estava reservado para fazer parte da minha nova história, da fase de maturidade profissional.
O rádio tem me amparado muito nesta nova etapa desafiadora.
Foi o Guto Graça, um talento que ainda será descoberto por uma grande rádio, quem me levou para participar do programa dele na histórica Metropolitana. Depois veio a Adriana Hercovitch que me abriu espaço para uma entrevista na Tupi com Haroldinho. Fui lá e ele me convidou para ficar. Isto já tem mais de um ano. Fiquei e agora tenho cadeira cativa. Aí conheci o Fernando, o Tonassi e a Sandrinha, Dra. Sandra, que me apresentou oficialmente à Palladino, querida Heloisa, e lá fui eu para a Globo.
Ah estes caminhos de Deus...
Nesta segunda vou recomeçar a trabalhar sem a mínima vontade. Talvez seja porque não me sinta confortável em ambientes que não sejam pura e simplesmente de comunicação. Aliás só existem dois ambientes em que meu espírito se aquieta: em uma sala de aula e nos veículos de comunicação.
Estou com uma vontade danada de desaparecer e ficar quieta em uma concha. Mas quando a Adriana falou que eu estava escalada para este domingo na Super Tupi, me levantei e senti aquele vigor. Deixar de participar do debate com aquela turminha divertida? Nem pensar...
Vou de qualquer maneira. A radio tem sido meu elixir da juventudade.
Falar sobre o prazer de trabalhar em rádio não dá uma só postagem. Muito menos uma só crônica ou um livro. Falar sobre este veículo dá um blog inteiro. E foi isto que fêz a jovem jornalista Isabela Guedes, filha de uma guerreira de luz que conheci através do Dr. Daniel meu médico. O blogdoradiocarioca é uma delícia de se ler. Vou só sugerir que a pauta da semana seja sobre o programa do Haroldinho, a história desta fera do radio, e seus alegres debatedores. A gente merece. E sobre o Haroldão, um ícone na história do radio brasileiro.
Convido vocês para conferirem o blog da Isa. E é claro ouvir esta turma divertida e bem informada neste domingo, dez da manhã, na Super Radio Tupi AM e FM: Programa Haroldo de Andrade. E também pela internet. Vou de qualquer jeito.
beijos!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Recuar é preciso!


Boa tarde blogueiros. Hoje não estou muito tagarela. Às vezes é preciso recuar alguns passos para poder avançar outros tantos. Já já eu volto com mil novidades.
Um beijo.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Ânimo pessoal. Agora o ano vai começar!


Acabou o carnaval. Em Brasília, ele continua. Também parece que o calorão chegou ao fim. Ou pelo menos deu uma trégua. Neste verão o Rio ficou 42 dias sem um pingo d'água. Sábado também termina o horário de verão. As aulas começam pra valer agora. Lá vem o imposto de renda, a Copa, as eleições, enfim a vida palpitando com responsabilidades. Neste carnaval o ator e compositor Arnoud Rodrigues se despediu da gente e a linda, engraçada e talentosa atriz Drica Moraes entrou de sócia para um clube especial, com a nossa torcida e certamente com uma pitada de humor.
Enfim, já estamos no ano do tigre e, graças, o sol entra em Peixes no domingo, 21 de fevereiro, trazendo -segundo os astros- chance de destaque financeiro e proteção do planeta Venus, o amor, e do planeta Júpiter que é pura expansão. Viva.
E lá vamos nós enfrentando a nossa luta, o cotidiano e pensando na frase do campeoníssimo carnavalesco Paulo Barros:
"...demora, demora, mas chega."
Fico com esta frase. Demora, mas a vitória virá!
Um beijo. Continuo em horários alternativos. Ninguém é de ferro! Afinal até segunda tem tempo...

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Cantar vitória antes da hora...



Nós, humanos temos este defeitinho não é?! Vez em quando a gente canta vitória antes da hora. Seja por vaidade, para contar uma pequena vantagem, seja porque acreditamos em nossas verdades.
Segunda de carnaval falei que naquela noite- só naquela - meu coração era vermelho e branco. Sim, porque na terça ele ficou colorido de azul. Mas tenho uma característica. Sou uma pessoa justa. Aliás como jornalista, sou uma observadora da vida. E neste saldão de carnaval, tenho que falar para vocês que a Unidos da Tijuca merece o título. Aliás, há três anos ela vem trabalhando para isto. O carnavalesco Paulo Barros já entrou para a história do carnaval com o seu próprio título. Como Arlindo Rodrigues, Fernando Pamplona, Joãozinho Trinta, o ótimo Max Lopes, a querida Rosa Magalhães, Paulo é o "must." Ousado, não tem medo do risco. Não tem receio de colocar pirâmides humanas, fazer mágica diante de milhões de pessoas, não canta vitória antes da hora e mantém aquele sorriso de vitorioso com ele mesmo. O sorriso de quem realiza com gosto.
Este carnaval foi diferente. Para ele, para os cariocas que colocaram de fato o bloco na rua, e para mim que estou fundando um novo bloco. Um carnaval maravilhoso por estar tão bem amparada apesar dos grandes trancos. Mas foi acima de tudo um carnaval do "despertar."
Despertar para outra realidade, enterrar cinzas de fato, consolidar laços de amizade e companheirismo, de sangue e apreciar a beleza de quem sabe ousar, ser diferente e mantém um largo sorriso ao saber que cumpriu o que prometeu com a sua escola e com a direção, consigo mesmo.
Sigo em frente meus queridíssimos, refletindo nesta quarta-feira ainda de muito calor. Feliz porque estou tão cercada. Feliz porque mantenho o meu sorriso como o Paulo carnavalesco. Sempre catando os meus pedacinhos e tendo a certeza que sou que nem os indios Nhambiquaras: ressurjo das cinzas. Se a Unidos da Tijuca não levar, vou ter que engolir. Mas quem disse que a vida é justa?!
Volto amanhã em horário alternativo!
Na foto, o presidente da Unidos da Tijuca e o carnavalesco que sabe arriscar!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Eu viajei nessa magia... do carnaval

"....O arlequim está chorando pelo amor da colombina no meio da multidão." hahahhaah. Bem feito.
Boa noite amigos, eu estou terrível.
Amo todas as escolas. Mas esta noite meu coração é vermelho e branco.
Beijos.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

O carnaval de 1984




Em 1984 um novo governador reinava no Rio. Ele havia sido eleito em 1982 e assumiu a pasta em 15 de março de 1983, ano da inauguração da Rede Manchete de Televisão. Desde sua candidatura, os donos da Bloch Editora o apoiavam. Enquanto a Rede Globo tentava de todas as formas fazer com que ele não assumisse o Estado do Rio. Mas Leonel Brizola se tornou o governador. E a Manchete inagurou em junho sua emissora. Ganhou a grande oportunidade de sua história ao transmitir o primeiro desfile das escolas de samba em um novo palco. Vou explicar: até 1983, o desfile das escolas no Rio, era realizado em instalações provisórias e com um monta e desmonta sem fim. O governador resolveu acabar com a orgia financeira das empresas e surgiu o Sambódromo da Marquês de Sapucaí, de Oscar Niemeyer. Vi toda esta movimentação como repórter. Em 1983 fiz o carnaval da radio Nacional e simultâneamente (para teste) o da Rede Manchete já em fase de gravações de material para arquivo. Junto com o governador e a nova emissora, eu também entrava em uma nova fase de vida. Pessoal e profissional. A nova passarela do samba exigia uum estudo detalhado técnico para transmissão dos desfiles. A Globo então declinou o convite para a transmissão, mas a Manchete aceitou o desafio. Com um time de engenheiros e técnicos jovens e brilhantes, cheios de determinação, o departamento praticamente se mudou para a Avenida e megulhou nos detalhes. Um trabalho fantástico. Lembro-me bem deste ano inesquecível. Todos nós de camisas vermelhas e amarelas e com a letra M no peito, orgulhossíssimos. Ao nosso lado, os companheiros que faziam a Revista, que já era um sucesso de vendas. Conquistamos de cara o povo, os sambistas e o o Brasil. Quando entramos no Sambódromo em bloco só ouvíamos um coro: Manchete, Manchete, Manchete. O povo amava a TV que apoiou o Governador. Amava o novo, amava o espaço que dávamos para eles. Conquistamos também o respeito da mais ilustre concorrente naquela transmissão.
Ah o carnaval de 1984. De encontros e desencontros. Foi outro divisor de águas na minha vida pessoal e profissional. Eu quando era garota nem gostava tanto de carnaval assim. Mas minha profissão me deu tudo na vida. Tudo mesmo. E me despertou este amor escondido e apaixonado pelo carnaval e por todas as escolas de samba. Descobri os bastidores de carnaval na Rede Globo. Ali aprendi tudo que sei. Desde a venda de ingressos, os blocos da Rio Branco, os ensaios de madrugada( para desespero de minha mãe) na quadra da Portela com Wilma, porta-bandeira. Na Rede Manchete ganhei a consolidação, o respeito e vivi a paixão pelo carnaval e pela vida bem ali na Avenida.
Mas foi o ano de 1984 que marcou o meu carnaval. E foi um dos que reuniu os mais lindos sambas enredos da história. Contos de Areia da Portela, Skindó Skindó do Salgueiro e Yes Nós Temos Braguinha da Mangueira.
Meu diretor, Mauro Costa, me colocou na concentração naquele 1984. Eu queria ficar ao vivo, e fiquei muito injuriada. Todos queriam ficar ao vivo. Um status. Ele me jogou no lugar mais escondido, nos pré-gravados, mas sabia o que estava fazendo. Conhecia minha experiência e agilidade. Mas eu revoltada resolvi me desafiar. Me superar. Tive -para isso- o apoio de dois produtores competentes e da amiga Célia Serafim. De folga, ela colou em mim. Sabe tudo sobre carnaval a Célia. Ninguém passava por nós sem um flash, uma imagem, um registro. Fizemos barba cabelo e bigode. Resultado? O Momo de Ouro para a melhor repórter do carnaval. A Manchete me escalou para pré-carnavalescos, bailes, apuração, tudo. E eu lá. Firme. Foi um momento único na minha vida. Inesquecível. De encontros, desencontros, da constatação da doença longa de minha mãe e de uma nova etapa profissional na minha vida.
A Estação Primeira de Mangueira foi a campeã de 84 com o Braguinha. E nós os campeões de tudo. Jovens, brilhantes profissionais levamos também o título de campeões e encerramos o desfile e os trabalhos com um grande bloco atrás da Mangueira.
Bom mas isfo foi há vinte e seis anos. Chegamos em 2010. Mas 84 não dá para esquecer. Aliás nem um carnaval da Rede Manchete. Sei disso porque até hoje, ouço pessoas e sinto os sorrisos da minha geração quando conversam comigo.
Bem, mas passou. Olha o carnaval de 2010 aí gente!!! É hora de preparar a fantasia se você for brincar, hora de fazer as malas se você for descansar. Chegou a hora. Sei viver o carnaval de hoje. Mas não dá para esquecer. Oitenta e quatros horas no ar, no ano de 84. Todo carnaval é assim, sempre roda a vinheta na minha cabeça, sempre: "Pode preparar o seu confete que este ano na Avenida tem Manchete. " Ter não tem . Mas ela vive em meu coração.
Feliz carnaval, bom descanso, aproveitem. E recordem, acessem os links.
http://www.youtube.com/watch?v=lk2B4s6Duro
Mangueira, campeã de 1984
http://www.youtube.com/watch?v=rFMm7wcE0dg
http://www.youtube.com/watch?v=UVPpN3T_iUQ&NR=1

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Al mare



Há três anos minha amiga Didi, rainha dos transatlânticos, tenta fazer minha cabeça para sair de férias em um cruzeiro. Quando estive em Key West tive vontade de ir com outra amiga, a Claudinha, para um tour rápido até o Caribe. Fiquei fascinada com os tamanhos dos transatlânticos. Mas a sobrinha Gisela fêz e não me animou muito. E sabe como é, esta idéia de ficar confinada já não é muito comigo. Presa então com um bando...Resisti o quanto pude. Mas quando Haroldinho da Tupi me falou que o colega comentarista Washington Rodrigues ia todos os anos, ôpa?! Porque não tentar? Não deve ser tão ruim, pensei. Afinal, todo mundo tem que tentar. Fiz uma viagem de navio com meus pais na pré história. Na época, adorei. Hoje as coisas deveriam estar ainda melhores, pensei.
Eu estava sem conseguir falar com ninguém, não queria participar de nenhuma reunião familiar, não queria atender telefone e não estava muito para conversa. Além do mais, ia enfrentar um "soci" violento durante o verão e outras " cositas más." Tinha que me preparar. Incentivada por duas queridinhas, peguei o "Ita no Norte" sem o Salgueiro. Ah não peguei o "trem" ôpps, navio, aqui mesmo no Porto do Rio, destino preferido entre oito a dez brasileiros neste verão escaldante.
A melhor coisa do mundo é começar a viagem pegando um táxi e ir para o Porto. Sem aeroporto, filas de check in( mas morri de saudade), atrasos, estradas com 12 horas de engarrafamentos e sumir. Estava tão cansada que comecei a ficar irritada logo nas boas-vindas. Retratos, brindes e uma fila interminável de Hello, Olá, Bonjour e etc... é porque a minha tripulação era formada por oito nacionalidades. Mas uns fofos. Sempre com um brasileiro ao lado. Um deles, pela minha simplicidade( ksksksks), olhou e me apontou o corredor dos pobres, ôpps, outros andares e escadas. Sem saber onde estava, fui salva por um oficial que gritou. No no, golden card! Ufa, alguém me reconheceu! kskssk Não, era o cartão que estava na minha mão. Ai tudo mudou: as explicações, os sorrisos melhoraram, o corredor, o andar e a suite. Gold pode tudo! Ahhhh, a suite...champagne, frutas, chocolates e uma varanda...E aquele mar todo aos meus pés. Acendo uma vela todos os dias para minha agente de turismo, a Raquel. O tal gold foi idéia dela. "Mas eu não posso ter esta despesa." "Vai por mim, eu te conheço," disse ela. E como me conhece. Viajar de navio é o máximo. Para quem não enjoa, para quem ama o mar, para quem quer exclusividade no gold e para quem quer farra na área democrática. (Democrática pra mim só praia e desfile de escola de samba no meio da bateria). Mas vou confessar, não pretendo me filiar a turma dos transatlânticos como o grande Washington ou como Didi, que já reservaram o ano que vem no cruize. Mas repetiria a experiência. Com uma boa turma, em um natal qualquer com a família e com o amor. Os shows são legais, o restaurante gooooolllld exclusivo tem um cardápio ótimo, comida e bares "open all day and all inclusive." E as noites temáticas muito engraçadas, muito "pop." A do comandante então...passei longe com minha bestice. Mas a sauna romana, gratuita só para golds( os outros tem que pagar em US$), a academia de frente para o marzão e a "minha" varanda ao luar...hummm me fazem querer mais. Ah a biblioteca deliciosa , os bares a cada andar com músicas para dançar... Mas fujam do cassino e do free shop.
Dormi muito, feliz, zerei a cabeça e o mar...ah o mar é meu parceiro desde que nasci. E sabe qual foi o melhor mesmo de tudo isto? Foi ousar, arriscar e ver a paisagem mais linda do mundo sob outro ângulo...ver o meu Rio, o meu Leme lá em alto mar. Agradecendo por tudo, pela amiga fotografando do calçadão e por mais esta nova conquista.
Patty, blogueira e parceira irmã, está indo. Vai acabar com o coração da tripulação. A turmina toda vai estar lá na praia acenando e vou imaginar um novo tour.
Recomendo pessoal. Mas não escolham qualquer navio. É furada. Só os quente$$$$. Vamos juntos?Quem sabe? Três dias?
Com a sensação térmica igualzinha a do Deserto de Saara, seguimos bem amparados nesta quinta. Amanhã começa o carnaval. Espero vocês aqui para uma das crônicas da minha vida.
Beijô!